quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Letramento





Pelo próprio nome já podemos ter uma noção do que iremos discorrer neste momento o famoso letramento, vemos todos comentando no mundo acadêmico sobre letramento e iletrados entre outras coisas mais. Mais uma vez vem aquela bela e bonita indagação: será que estamos preparados para trabalharmos com o letramento?
         É fácil este desprovimento de conhecimento e procurar encontrar sempre o erro, mas será que este erro existe mesmo ou é um preconceito de pessoas despreparadas e para cobrir a própria falha atribui a falha ao aluno, que é indisciplinado, mal educado.
         Será que este aluno já vem com este preparo do berço (o que quero dizer com berço, se está preparado desde dentro de seu próprio lar), é fácil procurar culpabilizar um outro enquanto a própria falha está em nós mesmo.
Vemos e ouvimos dizer que o aluno é isto que ele é aquilo mas será que o corpo docente está preparado para isto?
Pais que não tem o seu senso de responsabilidade achando que professor deve ser pai e mãe da criança enquanto deveria se preocupar com outro tipo de ensinamento?
Mas na verdade o que é letramento? O porquê está palavra está tão em evidencia?
Como já vimos antes é tudo uma consequência da outra a escrita, a alfabetização e obviamente o letramento. Como queremos desmembrar uma da outra se todas são interdependentes?
O grau de letramento irá depender da alfabetização que por consequência irá depender da escrita, quanto mais desenvolvido for isto em todo e qualquer ser humano, perceberemos o seu grau de instrução e LETRAMENTO.
Isto é fato!
Agora pega um aluno com um grau de alfabetização pouco desenvolvida o que ocorrerá uma pessoa com um grau imenso de desinteresse no letramento. Percebemos então que uma está interligada com a outra?
Relembro aqui algumas histórias que li sobre a questão de cultura ler escrever, na antiguidade tínhamos a privação do conhecimento da escrita, a falta de contato com os livros, mas isto era apenas para grande massa populacional, por que reis, imperadores e alguns de seus súditos tinham este contato, assim também o eram nas religiões apenas quem iria ingressar em um cargo importante era alfabetizado e letrado. Na atualidade se percebemos temos o inverso uma infinidade de meio de comunicação e livro, mas a grande massa ainda está alienada a este conhecimento, será que os governantes pegaram o gancho dos antigos e mudaram apenas os nomes?
Como podemos cobrar algo de alguém que tem o conhecimento de mundo, mas não tem o conhecimento da alfabetização?
Ai vem os gramáticos e dizem que as pessoas que escrevem como se diz não são analfabetas, será que isto tem lógica?
Mas será que tudo o que os gramáticos escrevem está correto também?
A gramática é um assunto que irei abordar em outro  momento  para que possamos entender melhor o que é realmente e sua funcionalidade, ou será que ela é mesmo este bicho de sete cabeça que nos é apresentada?
Voltamos agora ao assunto chave que é o letramento, vemos  um local próprio para isto que é a internet, as pessoas escrevem foneticamente e muitas vezes não se dão conta disto.
Esta é uma forma errada? É, talvez, mas o que será que está certo ou errado se está falando de letramento e não de alfabetização, sendo que dito uma vez temos que avaliar o conhecimento de mundo do individuo e não o seu conhecimento acadêmico.
Será que estas pessoas que dizem nóis vai, nóis foi está tão errada assim?
Ou será que falta um pouco mais de conhecimento do conteúdo histórico para estes que dizem nós vamos ou nós iremos?
Não estou aqui defendo o não conhecimento da língua vernácula, e sim trazer este aspecto sócio cultural do qual é tanto dito que é isto e aquilo, mas será que este conhecimento que é cobrado do alunos é levado seriamente a eles?
Dizem que não podem fazer mais correção aos alunos, mas o mundo ai fora não quer saber se isto irá mexer com o psicológico do individuo. As empresas buscam pessoas com conhecimento acadêmico e domínio da língua vernácula, e será que estamos preparados para isto apenas com o letramento?
Como podemos querer letrar se não conhecemos apenas uma letra?
Faço jus ao letramento e sou a favor sim, mas desde o momento que se tenha o conhecimento e domínio do que está se fazendo, em uma conversa você pode sim ensinar e mostrar que todo o ser humano é capaz de reconhecer sim sua língua vernácula.
A língua evolui com sua fala mas e a  escrita será que está evoluindo ou ainda iremos ficar presos a estéticas que não tem utilidade mais?
Será que ainda ficaremos presos a não escrever cebola enquanto poderia escrever sebola, e não termos o domínio de explicar por que cebola é com C e não com S, ou até mesmo ficarmos escrevendo hotel com H e nem sabemos o por quê?  
Saber o porque de tudo isto onde até mesmo a gramática nos diz que as exceções fazem parte dela onde tudo é rígido, e onde não sabe o porque  existe exceções, é um paradoxo enorme e contradições.
Então porque não fazer o correto nesta junção maravilhosa da alfabetização, escrita e letramento?
É fato que uma é interdependente da outra, não podemos fechar os olhos e continuarmos nesta ignorância achando que uma é e a outra não. Melhorando uma as outras melhoraram, isto é automático e fato.
Para Vygostsky  (1984), o letramento representa o coroamento de um processo histórico de transformação e diferenciação no uso de instrumentos mediadores. Representa também a causa da elaboração de formas mais sofisticadas do comportamento humano que são os chamados ‘processos mentais superiores’, tais como: raciocínio abstrato, memória ativa, resolução de problemas etc. (TFOUNI, LedaVerdiani- Letramento e Alfabetização, Ed.8- SP; Cortez, 2006)     
Como já havia dito em outro texto:  A troca de informações, cria uma sociedade mais humana, interessada e esclarecida.  
Faça a diferença com a sua:
ALFABETIZAÇÃO;  Aprender
ESCRITA; Escreva seu próprio livro
LETRAMENTO; de mundo onde a sua gramática é a mais importante, o seu caráter e sua honra é o verdadeiro letramento.
Utilizando-se bem da alfabetização, escrita e letramento você ampliará ainda mais seu horizontes.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Alfabetização




Conhecimento da junção das letras para formamos uma letra, da letra uma palavra, da palavra um frase, de uma frase uma oração, de uma oração um texto.

Bela, linda e maravilhosa está combinação, mas estamos preparados para está combinação do que possamos chamar de língua vernácula, será que sabemos de verdade sobre a nossa língua vernácula?

Estamos preparados para dizer dela mesmo?

Será que falamos de verdade da nossa língua mater?

Ou nos inspiramos em uma língua de uma povo que invadiu nosso pais?

Será que nossa língua é a Língua Portuguesa mesmo, ou seria ou é o Tupi?

Falamos nesta língua diariamente, mas nem sabemos o que estamos falando e escrevendo.

Será que estamos aptos a alfabetizar, mas na verdade que palavra fora de moda nesta sociedade pós moderna, não é mesmo?

No contemporâneo não utilizamos mais alfabetizar, utilizamos letrar ou letramento, mas será que estamos realmente preparados para letrar alguém ou continuamos com a ideia de educação progressiva?

Como é fácil querer cobrar uma escrita perfeita, para um povo ainda não alfabetizado, ou melhor, i-letrado, mas será que é mesmo i-letrado?

Digamos é mais fácil continuarmos dizendo VIVA ESTA EDUCAÇÃO CONTINUADA. Será que a população está realmente preparada para isto?

Na verdade a população precisa rever um pouco este conceito, se fossemos uma sociedade educada teríamos ainda mais viabilidade para compreender melhor o contexto do que nos é proposto.

Hoje dizer sobre alfabetização para muitos é retroagir o desenvolvimento do ser humano, mas como pode desenvolver uma escrita perfeita sendo que não se tem mais a alfabetização?

Muitos se esquecem de que nesta vida pós-moderna mesmo com tanta tecnologia temos que saber escrever e sermos alfabetizados que é parte de nosso desenvolvimento acadêmico.

Percebemos muitos críticos dizerem que as pessoas não tem o domínio da língua vernácula na área da informática, utiliza-se muita a fonética, mas nos esquecemos deste aspecto que parece que fora esquecida nas escolas. Hoje nas escolas vemos e ouvimos professores e educadores dizendo que o principal hoje é utilizar à linguística e o conhecimento de mundo do discente, mas mesmo neste aspecto temos que perceber tendo o conhecimento de mundo, precisamos orientar para o conhecimento, antes de cobrar o conhecimento de escrita e alfabetização para que tenhamos uma sociedade conhecedora da língua vernácula.

Escrita





“Como decifrar pictograma de há dez mil
anos se bem sei decifrar minha escrita in-
terior?”
(Carlos Drummond de Andrade, “O outro”)

Sempre ouvimos dizer sobre escrita, mas será que sabemos o que é ou deixa  de ser a escrita?
            Percebemos que a escrita é a grafia da fala, temos na fala a evolução e na escrita percebemos que continua na mesma linearidade. É de nos deixar perplexo ver e ouvir pessoas dizerem que isto está certo ou está errado, mas na verdade não sabem de ondem vem e como surgiu a escrita. Será que ela é tão importante assim ou a temos como importante para continuarmos a sermos manipulados como o povo da antiguidade.
            Pouco se sabe sobre escrita, o que realmente ela tem haver com a nossa existência?
            Infelizmente aprendemos que escrita é uma forma de comunicação, mas que comunicação é esta que utilizamos e não temos o domínio certo desta preciosidade.
            Buscando o conhecimento histórico a escrita era para uma pequena parcela da população, ou seja, apenas para aqueles que iriam seguir algum dogma religioso, com isto veio advindo o crescimento para a explanação do conhecimento da escrita por várias sociedades ao passar do tempo.
            O ser humano começou a difundir a forma de expressão através de desenhos para poder expressar suas vontades e anseios. A partir desta obra maravilhosa do ser primitivo (se assim podemos chama-los, mas são homens que estavam a frente do seu tempo, como seus desenhos para expressar o que queria) Vemos e percebemos que os homens do contemporâneo  ainda  usurpa desta maneira rustica mas de uma tecnologia acima de qualquer outra.
            Como queremos que pessoas saibam expressar corretamente sua escrita dentro de uma gramática para poucos e excludente.
            Já discorrido neste texto, a escrita é exclusão social, onde os poderosos detinham o seu pode da escrita (religiosos). A igreja Católica percebendo que o povo da época estava desenvolvendo-se e começando a ter conhecimento da escrita começou a difundir os seus conhecimentos, levando a população (deixando aqui bem claro que não tenho nada contra nenhum tipo de clero e religião, apenas utilizo a história para poder discorrer textos).
            Deixo mais uma indagação:
O que é escrita?

domingo, 12 de dezembro de 2010

Educação


         Educação sempre ouvimos falar, mas será que sabemos o seu verdadeiro significado e sentido?
        Percebemos que cada vez mais a palavra educação tem tomado outro rumo. No contemporâneo percebermos que todos ensinam, mas, ninguém educa. Vemos nesta educação progressiva que passam alunos na escola aleatoriamente, será que isto é educação ou uma projeção de não responsabilidade?
        Assim como a palavra educação entre outras tantas não sabemos seu sentido verdadeiro apenas reproduzimos por que desde a mais tenra idade ouvimos dizer que é isto que é aquilo, mas o que venha ser a palavra educação?
           Segundo Antônio Geraldo da Cunha em seu dicionário etimológico da língua portuguesa, educação é:
        Educação sf. 'processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral da  criança' 'polidez' XVII. Do latim educãtĩõ -õnis || Co- educação XX || educABILIDADE 1899 || educACIONAL XX || educADOR 1833. Do latim ẽducãtor -õris || educAR XVII. Do latim ẽdũcãre || educATIVO XX || REeducaÇÃO || ReeduCAR XX. (p.284)

         Será que o que chamamos de educação é realmente educação ou uma repressão social para mostrar que estamos dentro de um contexto social?
           Vemos que em nossa história nunca soubemos o que é realmente educar, para os nossos avós educar os filhos era prepará-los para ganhar dinheiro ter uma profissão, havia sim uma preocupação religiosa onde todos iam piamente as igrejas, independente de crença, credo entre outros aspectos, mesmo por que o intuito aqui não é questionar o credo religioso.
          Esta educação que estamos acostumado a ver e temos até os dias de hoje, percebemos que a partir da leitura do texto de Antônio Geraldo da Cunha, o que entendiamos como educação é uma repressão chamada educação.
            Em nossos dias atuais vemos que nem para isto os pais estão preparados para educar seus filhos deixando assim a corresponsabilidade para professores, mas será que os professores estão preparados para tal responsabilidades?
            Vemos hoje professores que esqueceram o verdadeiro sentido de sua profissão, que é professar, ou seja transmitir conhecimento, infelizmente vemos professores em sala de aula apenas reproduzindo o que dizem os livros.
            As crianças que não tem a questão educação em casa, chega dentro do contexto escolar e não sabe na verdade o seu verdadeiro objetivo dentro desta instituição e acha que pode fazer tudo, mesmo porque os pais não o educam de forma coerente, atribuindo assim a responsabilidade para o educador.
           Que palavra linda educador, a palavra da moda, educação progressiva, mas como podemos ter esta educação?
          Onde mesmo não sabemos o principio da educação! Antes de questionarmos criticarmos, precisamos ver se que estamos fazendo no contexto educacional é o correto?
        Atribuirmos a responsabilidade para outras pessoas é simplesmente fácil, mas e minha conduta onde fica?
          Desde de minha infância sempre escutei falar que o Brasil é o pais do Futuro, mas como posso acreditar nesta utopia, sendo que não temos o Brasil do presente.
        Para que possamos ver uma melhora em nós mesmo e em nossa civilização precisamos mudar este conceito de educação.

          Uma nação educada é uma nação feliz e bem resolvida!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Introdução


               O blog surgiu da ideia de continuar os conhecimentos adquiridos ao longo de nossas vidas, buscando ampliar os horizontes nosso de cada dia.
               A troca de informações, cria uma sociedade mais humana, interessada e esclarecida. 
                       
       Sejam bem vindos! 
     Será um prazer em compartilhar o conhecimento com vocês.